PDR · Programa de Diagnóstico Rural

Trabalhou
na roça? Descubra seus direitos.

Descubra gratuitamente se você pode ter direito à Aposentadoria Rural.

  • Gratuito
  • Leva menos de 3 minutos
  • Sem compromisso
  • Atendimento humanizado

Nenhum benefício é garantido. O objetivo do programa é verificar se existem indícios de direito.

O que é o Programa de Diagnóstico Rural?

O PDR é um programa criado para orientar quem trabalhou — ou ainda trabalha — na roça sobre a possibilidade de ter direito à aposentadoria rural.

Muita gente passou a vida inteira no campo: plantou, colheu, cuidou do gado, pescou, trabalhou de sol a sol junto com a família. E, mesmo assim, nunca soube que aquilo tudo podia valer como tempo de trabalho.

Foi pensando nessas pessoas que criamos o PDR. Você responde algumas perguntas simples, no seu tempo, e a nossa equipe faz uma análise inicial da sua história para verificar se existem indícios de direito.

Não é preciso entender de lei. Basta contar a sua história do jeito que ela é — do resto, a gente cuida.

Casal de agricultores trabalhando junto na horta em frente à casa de roça, no fim da tarde
1983 Mais de 40 anos ao lado de quem trabalha

Como funciona

Simples, do começo ao fim

Quatro passos. Sem papelada, sem burocracia e sem sair de casa.

  1. Passo 1

    Você responde algumas perguntas

    São perguntas simples sobre a sua vida e o seu trabalho na roça. Leva menos de 3 minutos.

  2. Passo 2

    Nossa equipe faz uma análise inicial

    Profissionais especializados estudam as suas respostas com atenção, uma por uma.

  3. Passo 3

    Entramos em contato

    Falamos com você por telefone ou WhatsApp, no horário que for melhor para você.

  4. Passo 4

    Orientamos os próximos passos

    Explicamos, em linguagem simples, o que encontramos e o que pode ser feito daqui para a frente.

Quem pode participar

O programa é para quem vive do campo

Se o seu trabalho — ou o da sua família — sempre esteve ligado à terra, à água ou à mata, vale a pena fazer o diagnóstico.

Trabalhadora rural colhendo grãos de café maduros na peneira de bambu
Lavoura de caféColheita, panha e apanha
Trabalhador rural de chapéu de palha conduzindo vacas leiteiras no pasto pela manhã
Pecuária e leiteLida diária com o gado
Pescador artesanal lançando a rede de uma canoa de madeira no rio
Pesca artesanalRede, canoa e rio
  • Agricultor
  • Cafeicultor
  • Pecuarista
  • Meeiro
  • Parceiro rural
  • Boia-fria
  • Pescador artesanal
  • Extrativista
  • Seringueiro
  • Assentado
  • Pequeno produtor
  • Economia familiar
  • Indígena
  • Trabalhador rural avulso

Não achou exatamente a sua situação? Faça o diagnóstico assim mesmo. A roça tem muitos nomes — o que importa é a sua história.

Você sabia?

Cinco coisas que quase ninguém conta para quem é da roça

01

Muita gente acha que só se aposenta quem pagou INSS todo mês.

Isso nem sempre é verdade. O trabalhador rural que vive do que planta e cria, junto com a família, costuma ser tratado pela lei como segurado especial — e, em regra, não precisa ter feito contribuições mensais.

02

Papel não é a única prova.

Em diversas situações, a lei permite comprovar a atividade rural com documentos antigos somados ao depoimento de vizinhos e conhecidos que acompanharam o seu trabalho.

03

Documento no nome do marido, do pai ou da mãe também pode ajudar.

Como o trabalho era feito em família, papéis em nome de outro parente muitas vezes servem para demonstrar a atividade rural da casa toda.

04

Trabalhar na cidade por um tempo não apaga a roça.

Existem situações em que o tempo de campo e o tempo de cidade podem ser somados. Quem saiu do sítio para trabalhar na cidade não deve descartar o período rural sem antes analisar.

05

Já ter recebido um "não" do INSS não é o fim.

Muitos pedidos são negados por falta de documentos ou por informação incompleta. Reunindo as provas certas, é possível apresentar um novo pedido ou discutir a negativa. Cada caso precisa ser analisado individualmente.

Requisitos gerais

O que a lei costuma pedir

Estes são os pontos de partida mais comuns para a aposentadoria por idade do trabalhador rural.

Homem

60Anos de idade

15 anos de atividade ruralComprovados por documentos e outras provas

Mulher

55Anos de idade

15 anos de atividade ruralComprovados por documentos e outras provas

Cada caso deve ser analisado individualmente. Existem regras diferentes conforme o tipo de atividade, o período trabalhado e a história de cada pessoa. Por isso o diagnóstico é feito um a um, com atenção.

Documentos

Papéis guardados que podem valer muito

Dê uma olhada na caixa de documentos lá de casa. Qualquer um destes papéis pode ajudar — mesmo que seja antigo, amassado ou no nome de outro parente.

Mãos de trabalhador rural idoso segurando documentos antigos sobre a mesa, ao lado do chapéu de palha
Aquele papel guardado há 40 anosMuitas vezes é ele que abre o caminho

Notas de produtor

Notas de venda de café, leite, gado, cereais.

ITR

Imposto sobre a propriedade rural.

CCIR

Certificado de cadastro de imóvel rural.

Bloco de produtor

Talão usado nas vendas da produção.

Sindicato rural

Ficha, carteirinha ou recibos de mensalidade.

Certidão de casamento

Principalmente se constar a profissão "lavrador".

Certidão de nascimento

Sua ou dos filhos, com a profissão anotada.

Contrato de parceria

Meação, parceria agrícola ou pecuária.

Contrato de arrendamento

Da terra onde você trabalhava.

Cadastro no INCRA

Assentamento, lote ou programa rural.

Comprovantes antigos

Recibos, cadernetas, fotos e cartas de época.

Escola ou posto de saúde

Registros que mostrem endereço na zona rural.

Não tem quase nenhum papel? Faça o diagnóstico assim mesmo. Muitas famílias começam do zero e, com orientação, encontram documentos que nem lembravam que existiam.

Diagnóstico Rural

Vamos conhecer a sua história

Responda com calma. Se não lembrar de algum ano exato, pode responder por aproximação — o importante é contar como foi.

Etapa 1 de 6 0% concluído

    Por que o PDR

    Gente de verdade, cuidando do seu caso

    Atendimento humanizado

    Sem termos difíceis e sem pressa. Você fala com pessoas que escutam a sua história do começo ao fim.

    Mais de 40 anos de experiência

    Um escritório fundado em 1983, com história construída ao lado de trabalhadores e famílias do interior.

    Equipe especializada

    Profissionais dedicados ao direito previdenciário, com atuação específica em casos rurais.

    Análise individual

    Nada de resposta automática. Cada diagnóstico é lido e avaliado caso a caso, um por um.

    Presencial e on-line

    Atendimento presencial em Aimorés/MG e a distância para todo o Brasil, do jeito que for melhor para você.

    Sigilo absoluto

    Suas informações são tratadas com confidencialidade e usadas apenas para a análise do seu caso.

    Depoimentos

    Histórias de quem passou pelo programa

    Em breve, com autorização expressa de cada pessoa, publicaremos aqui os relatos de quem participou do PDR.

    Respeitamos o sigilo de cada pessoa atendida. Nenhum relato é publicado sem autorização por escrito, e nenhum depoimento representa promessa de resultado.

    Dúvidas frequentes

    Perguntas que a gente mais escuta

    Se a sua dúvida não estiver aqui, é só perguntar no diagnóstico ou pelo WhatsApp.

    Quem nunca pagou INSS pode se aposentar como trabalhador rural?

    Em muitos casos, sim. Quem trabalha na roça em regime de economia familiar costuma ser tratado pela lei como segurado especial e, em regra, não precisa ter feito contribuições mensais ao INSS.

    O que se comprova é a atividade rural, com documentos e outras provas. Cada caso é analisado individualmente.

    Quem trabalhou na roça quando era criança pode contar esse tempo?

    Muitas vezes sim. Os tribunais costumam reconhecer o trabalho rural exercido ainda na infância ou adolescência, normalmente a partir dos 12 anos de idade, desde que existam provas.

    Por isso, conte essa parte da sua história no diagnóstico. Ela pode fazer diferença.

    Quem morou ou trabalhou na cidade perde o direito?

    Não necessariamente. Existem situações em que o tempo de roça e o tempo de cidade podem ser somados, e outras em que o período rural continua valendo mesmo depois da mudança.

    Por isso é importante analisar toda a sua história de trabalho, e não apenas o último emprego.

    Trabalhei parte na roça e parte na cidade. Como fica?

    Essa é uma das situações mais comuns e existe regra própria para ela. Em determinados casos, os dois períodos podem ser considerados em conjunto, com idade e requisitos diferentes.

    No diagnóstico, pergunte tudo: quanto tempo na roça, quanto tempo registrado, quando foi cada fase.

    Tenho poucos documentos. Ainda assim posso tentar?

    Sim. Muitas famílias têm poucos papéis guardados. Às vezes um único documento antigo, somado ao depoimento de pessoas que acompanharam o seu trabalho, já ajuda bastante.

    No retorno do diagnóstico, indicamos exatamente quais documentos procurar e onde.

    Quais documentos servem para comprovar o trabalho rural?

    Notas de produtor, ITR, CCIR, bloco de produtor, ficha do sindicato rural, certidões de casamento e de nascimento com a profissão anotada, contratos de parceria ou arrendamento, cadastro no INCRA, recibos e cadernetas antigas, registros de escola ou posto de saúde da zona rural, entre outros.

    Documentos em nome do marido, do pai ou da mãe também costumam ajudar, porque o trabalho era feito em família.

    Trabalhei de boia-fria, sem carteira assinada. Esse tempo conta?

    O trabalho de boia-fria — diarista, volante, avulso — é uma realidade reconhecida, ainda que raramente tenha registro em carteira. Nesses casos, a comprovação costuma depender de documentos indiretos e de testemunhas.

    É justamente para situações assim que o diagnóstico existe: mapear o que pode ser usado como prova.

    Pescador artesanal e extrativista também entram?

    Sim. Pescadores artesanais, extrativistas, seringueiros e indígenas que exercem atividade em regime de economia familiar também podem se enquadrar como segurados especiais.

    Cada atividade tem os seus documentos próprios — por exemplo, registro de pesca ou de colônia.

    Quem recebe Bolsa Família ou BPC pode se aposentar pela roça?

    Receber Bolsa Família não impede o pedido de aposentadoria rural.

    No caso do BPC, não é possível receber os dois benefícios ao mesmo tempo — mas, em algumas situações, pode ser vantajoso analisar a troca. Isso precisa ser avaliado com cuidado, caso a caso, e é exatamente uma das coisas que o diagnóstico ajuda a enxergar.

    Já pedi e o INSS negou. Posso tentar de novo?

    Muitos pedidos são negados por falta de documentos ou por informação incompleta no requerimento. Reunindo as provas certas, é possível apresentar um novo pedido ou discutir a negativa.

    Se você guardou a carta de negativa, separe: ela ajuda muito na análise.

    Marido e mulher podem se aposentar os dois?

    Sim, cada pessoa tem o seu próprio direito, analisado separadamente. É comum que os dois tenham trabalhado juntos a vida inteira na mesma terra.

    Se for o seu caso, vale fazer um diagnóstico para cada um.

    Quanto tempo demora?

    O diagnóstico leva menos de 3 minutos para ser respondido, e a nossa equipe entra em contato depois da análise inicial.

    O prazo de um eventual pedido no INSS ou na Justiça varia conforme o caso e a região. Isso é explicado com clareza, sem promessa de prazo mágico.

    Preciso contratar advogado para fazer o diagnóstico?

    Não. O diagnóstico é gratuito e não gera nenhum compromisso. Você só decide sobre qualquer passo seguinte depois de entender, com calma, a sua situação.

    O diagnóstico é mesmo gratuito?

    Sim. O PDR é um programa institucional, gratuito e sem compromisso. Responder o diagnóstico não gera custo nem obrigação de contratar qualquer serviço.

    Preciso ir até o escritório?

    Não é obrigatório. O atendimento pode ser feito por telefone ou WhatsApp, de onde você estiver.

    Se preferir conversar pessoalmente, o atendimento presencial acontece em Aimorés/MG.

    Vocês garantem que eu vou conseguir a aposentadoria?

    Não. Nenhum benefício é garantido, e desconfie de quem prometer isso.

    O objetivo do programa é verificar se existem indícios de direito e orientar sobre os próximos passos, com honestidade — inclusive quando a resposta for que ainda não é o momento.

    O que acontece com os meus dados depois que eu envio?

    Suas respostas são usadas exclusivamente para a análise inicial do seu caso e para o contato da nossa equipe, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

    Você pode pedir a exclusão dos seus dados a qualquer momento. Veja a Política de Privacidade.

    Ainda está em dúvida?Faça o seu Diagnóstico Rural.

    É gratuito, leva menos de 3 minutos e não gera nenhum compromisso. Em poucos minutos você dá o primeiro passo para descobrir se existem indícios de direito.

    Quero descobrir se tenho direito

    Nenhum benefício é garantido. O objetivo é verificar se existem indícios de direito.

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